quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

A metacrônica futebolística [inserir título sensacionalista]

O futebol anda cada dia mais [aquele chavão sobre aquilo que o futebol cada dia mais anda].

[A primeira é um caminhão e a segunda o seu baú e se tem uma coisa que o futebol não é mais, é [isso, parafraseado]].

Mas ter passado a [hora do jogo] do [dia da semana] em [lugar onde assistiu o jogo], me fez [ver ou sentir, a depender da pretensão de objetividade] que [primeira pitada de esperança]. O [lance da semana que despertou esse fabuloso insight histórico] [adjunto adverbial de modo para dar ênfase] fez valer o [pagamento feito para ver o jogo]. Mostrou que [nota sobre a beleza única do [sinônimo ou metáfora para evitar o uso demasiado da palavra futebol]].

[Frase lírica sobre o tempo em que o futebol era o que era e que não é mais]. [Metáfora curta, imagem]. Não é mais, caro [referência ao leitor], e [expressão saída diretamente da boca do povo]. A verdade é que estamos fadados a [sentimento repetido amplamente pelos mais informados comentaristas e também pelo do café com leite da padoca, pelo do táxi e pelo do bar].
[adjunto adverbial de tempo], [isso que o futebol não é mais] pode ser visto estatisticamente, mesmo que [consideração sobre a imprevisibilidade do futebol]. [Pequena conclusão sobre os números continuarem não mentindo (é verdade. Somos nós que mentimos. Número não fala.)].

Vejam só que [chamada de interesse para a estatística da brucutulização do futebol]: [estatística com dados absolutos], e principalmente se considerarmos que [estatísticas com dados relativos]. De fato, [conclusão óbvia sobre os dados apresentados]. (Nenhuma consideração sobre a arbitrariedade da seleção dos dados. Eles foram torturados para nos dizer o que queríamos ouvir. Ok, nem sempre).

Além disso, [importante escritor que também publicava crônicas esportivas] certa vez escreveu que [exata pitada de cultura para defender o ponto em questão, que separa os meninos dos homens].

É, leitor, [frase do povo].

Entretanto, [referência ao que disse um inspirado jornalista cultíssimo amigo meu], e portanto [leve pitada de esperança, feliz subclímax].

Mas [patada nos marqueteiros de plantão!]. Um triste [sinônimos opcionais para “absurdo”, “lamentável” ou “vergonhoso”].

Por isso, leitor, [o que e como o futebol revela (o futebol é assofismático. É um caminho para todos os deuses)]. [Exaltação ao Brasil por isso].

[Novo parágrafo curto de efeito, dessa vez focando nos efeitos da globalização culminando no futebol não ser mais aquilo que o parágrafo curto de efeito anterior impactantemente declarou ele não mais ser].

A [nota sobre a fé do torcedor] faz com que [o Brasil é realmente diferente de todos os outros lugares do mundo e principalmente por causa do seu amor incondicional ao futebol].

No tempo do [time glorioso como o Brasil de 70, o Flamengo de Zico], [aquilo que era time]. A [evento da magnitude da invasão de 76], [resumo da conversa que tive ontem com um dirigente gente fina].

[Esperança, a última que morre], [leitor]! Você viu o golaço do [novo talento de 17 anos]?

Um comentário:

João disse...

Parabéns pelo [empreendimento, trabalho ou dedicação]. O trabalho de vocês [me faz bem de alguma forma ou faz bem ao futebol]. Gostaria de [elogio sincero].

Abraços